Grupos do Google
Participe do grupo PROFESSORES DE GEOGRAFIA
E-mail:
Visitar este grupo
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Mostrando postagens com marcador POLUIÇÃO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador POLUIÇÃO. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de maio de 2011

As lixeiras do mundo desenvolvido

Parte das 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico produzida no mundo até o final do ano vai chegar ao Brasil, à China e a outros 20 países em desenvolvimento. Isso significa que o celular e o computador pessoal que os americanos jogam fora são "exportados" em forma de e-lixo

 

 Renatal Leal / Denis Freitas (infográfico) Info Exame - 04/2011

Até o final de 2011, o mundo vai produzir 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico. É o equivalente a todo o detrito gerado por uma metrópole como São Paulo ao longo de oito anos. Apesar do volume, ninguém sabe o que fazer com computadores, TVs e celulares usados. Uma pequena parcela é reciclada por empresas interessadas em explorar metais usados na fabricação de componentes. A maior parte, no entanto, não recebe nenhum tipo de tratamento. O e-lixo gerado em países ricos é incinerado, despejado em aterros sanitários ou exportado ilegalmente para lugares como China, Índia e Brasil. Nas páginas seguintes, INFO mostra o caminho percorrido pelo lixo eletrônico gerado em seis países e o que é preciso fazer para que ele não contamine o meio ambiente.
O CAMINHO DO E-LIXO - Veja infográfico

CORRIDA AO OURO Quanto há de metais preciosos nos aparelhos eletrônicos (1)

Notebook
500 g de cobre
1 g de prata
220 mg de ouro
80 mg de paládio

Celular 9 g de cobre
250 mg de prata
24 mg de ouro
9 mg de paládio

SEGUNDA VIDA
Japão e europa são as regiões que mais reciclam o lixo eletrônico no mundo (2)
84% - Japão
40% - Europa
14% - Estados Unidos
10% - Austrália
7,6% - Canadá
6% - China
4% - Índia

50 milhões de toneladas é a quantidade de lixo eletrônico gerada no mundo ao ano. Só na União Europeia são cerca de 9 milhões de toneladas (3)
21 bilhões de dólares é o potencial de receita do mercado global de recuperação do lixo eletrônico até 2020, segundo a consultoria GBI Research
80% do lixo eletrônico enviado para reciclagem nos Estados Unidos é exportado (4)
14% das 3,1 milhões de toneladas de lixo eletrônico produzidas nos Estados Unidos em 2008 foram para reciclagem. As outras 86% acabaram em aterros sanitários, foram incineradas ou exportadas para outros países (5)

Fontes: (1) Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP, em inglês) (2) GBI Research (3) UNEP (4) Basel Action Network (5) Environmental Protection Agency
O QUE FAZER COM O LIXO ELETRÔNICO? A pior opção é jogar o celular ou o monitor no lixo de casa. veja aqui cinco dicas de como se livrar de aparelhos usados sem poluir o meio ambiente.

Doação
Aquele velho smartphone pode parecer pré-histórico para você, mas existem milhares de pessoas que fariam um bom uso dele. Algumas ONGs retiram os aparelhos em casa.

Nova função Comprou um iPod novo e não sabe o que fazer com aquele tijolo que ficou guardado na gaveta? Uma boa opção é transformá-lo num disco rígido portátil.

Reciclagem Já existem algumas empresas cujo negócio é reaproveitar de forma adequada o material usado na fabricação de computadores e outros equipamentos.

Logística reversa Empresas como HP, Vivo e Philips contam com um setor responsável por coletar produtos usados de suas marcas e dar um fim adequado a eles.

Não compre Ok, é difícil. Mas tente resistir ao impulso de comprar o último lançamento sempre. Ao usar seu computador, smartphone ou notebook por mais tempo você vai economizar e ajudar a produzir menos lixo eletrônico.

Fontes: Organização das Nações Unidas (ONU), Greenpeace, Silicon Valley Toxics Coalition, Solving The E-Waste Problem, All Voices, Interpol e Basel Action Network 


http://planetasustentavel.abril.com.br

 

Argumentos contra a teoria do aquecimento global

Para alguns climatologistas, as emissões de gás carbônico (CO2) geradas pelo ser humano não controlam o clima do planeta

 

Tiago JokuraSegundo a teoria do aquecimento global, a intensificação da atividade industrial no século 20 (baseada na queima de combustíveis fósseis como petróleo e carvão) aumentou a concentração de CO2 na atmosfera. Esse gás é um dos causadores do efeito-estufa, processo natural que mantém a temperatura da superfície quente o suficiente para que haja vida. Portanto, quanto mais CO2 no ar, maior seria a temperatura média. Mas os céticos tentam provar que a Terra sempre passou por ciclos de aquecimento e resfriamento não causados pelo CO2 nem pela ação humana. Para o meteorologista Luiz Carlos Molion, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), "o clima global é produto de vários fenômenos, incluindo alguns que ocorrem fora do planeta, como a radiação solar. A conservação ambiental, porém, é necessária para a sobrevivência da humanidade, esteja o planeta aquecendo ou esfriando."

CONTRA A MARÉ
Para os céticos, o gás carbônico não seria o vilão das mudanças climáticas globais

*Gelo seco: Geleiras como a do monte Kilimanjaro estariam diminuindo porque as camadas superiores da atmosfera estariam mais frias e secas, produzindo menos neve

*O CO2 não controla o clima global: O aquecimento seria causado pela radiação solar. O Sol tem períodos de atividade máxima e mínima se alternando a cada 50 anos (ciclo de Gleisberg). Essa variação de energia emitida é que aqueceria ou esfriaria o planeta Terra

*O aquecimento não é causado pelos humanos: Entre 1925 e 1946, quando o ser humano lançava menos de 10% do CO2 que emite atualmente, houve um aquecimento de 0,4 °C no planeta. Por outro lado, entre 1947 e 1976, época de aceleração da produção industrial após a 2ª Guerra Mundial, houve um resfriamento global de 0,2 °C. Na última década, a concentração de gás carbônico na atmosfera aumentou, mas a temperatura global se estabilizou. Portanto, a variabilidade climática seria natural e não causada pelo homem - VEJA INFOGRÁFICO AQUI

*O clima global já mudo várias vezes: Há 7 mil e 3 mil anos atrás e entre os anos 800 e 1200 d.C., o clima teria estado até 10 °C mais quente. Nessa época, os vikings colonizaram áreas do Canadá e da Groenlândia que hoje são cobertas de gelo - a concentração de CO2 , porém, era pelo menos 50% menor que a atual. Os céticos alegam que, se há mais CO2 na atmosfera hoje, é porque o volume desse gás sempre reage com 800 anos de atraso em relação às variações de temperatura. É o tempo que leva para o oceano esquentar ou esfriar, liberando ou retendo CO2

*O gelo do planeta não está derretendo: A variação no volume de gelo flutuante do polo Norte seria causada por ciclos de aquecimento e resfriamento, que duram de 20 a 40 anos no oceano Atlântico Norte. Quando a água mais aquecida passa por baixo dos icebergs, derrete parte do gelo submerso. Com isso, a parte aérea - correspondente a 10% do volume do bloco - não derrete, mas desmorona. O gelo da superfície não derrete porque a temperatura do ar é inferior a -20 °C, mesmo no verão

*O nível do mar não está aumentando: O derretimento de icebergs não eleva o nível de mar, pois o gelo flutuante ocupa o mesmo volume depois de derretido. Dados de satélites mostram que o nível do mar subiu cerca de 5 cm entre 1992 e 2006 e está estabilizado desde então. E já houve oscilações muito maiores (de 12 a 50 cm, em certas regiões) por motivos que nada teriam a ver com o aquecimento global, como a influência da órbita da Lua nas marés e os fenômenos oceânicos conhecidos como El Niño e La Niña

*Catástrofes naturais deviam diminuir: Fenômenos adversos ocorrem em qualquer condição climática. Secas extremas no Nordeste do Brasil, ondas de calor e furacões extremos nos EUA, por exemplo, foram registrados no fim da Pequena Era Glacial, período frio entre 1350 e 1915. Por outro lado, um cenário de aquecimento global, em tese, diminuiria a diferença de temperatura entre polos e o Equador. Assim, os choques entre massas de ar frio e quente seriam menos intensos, e haveria menos tempestades e furacões violentos

*Houve fraudes nos relatórios sobre mudanças climáticas: Vários dados publicados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão da ONU dedicado a pesquisar as causas e o impacto do aquecimento global, não têm comprovação científica. Projeções sobre branqueamento de corais, devastação da Floresta Amazônica e das geleiras do Himalaia, por exemplo, são especulativas. Além disso, o IPCC creditou como autores dos relatórios cientistas que não apoiam a tese do aquecimento global

• Oceanos, vegetação e solo emitem 30 vezes mais CO2 que os humanos
• No polo Sul, há acúmulo de 300 trilhões de litros de gelo por ano - 4% do volume que o rio Amazonas descarrega anualmente no Atlântico
• Uma marcação feita pelo capitão James Clark na Tasmânia, em 1841, mostra que o nível do mar segue o mesmo
• Oceanos liberam ou retêm CO2 como os refris: se o líquido aquece, as bolhas escapam; se esfria, o gás fica mais tempo dissolvido no líquido

Fonte Documentário The Great Global Warming Swindle (2007) Consultoria Luiz Carlos Molion, do Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

 Revista Mundo Estranho - 04/2011 

http://planetasustentavel.abril.com.br

'Mancha' de lixo põe em risco a fauna no Pacífico

Um volume de lixo plástico com duas vezes o tamanho dos Estados Unidos - e cerca de 100 milhões de toneladas - está flutuando no Oceano Pácífico, colocando em risco a fauna marinha. A revelação foi feita nesta terça-feira por cientistas americanos

 Apelidado de "sopa de plástico", o lixo é composto em grande parte dos chamado material pet, muito usado na fabricação de garrafas. Translúcida, a "mancha" flutua rente à linha das águas, e por isso, é imperceptível aos satélites. Os pesquisadores descrevem que os detritos estão agrupados numa espécie de redemoinho que começa a cerca de 900 quilômetros da costa da Califórnia (EUA). A "sopa" passa pelo Havaí, e se estende até quase o Japão.

Dois fatores contribuem para formação do problema: a ação humana e a própria natureza. Segundo os pesquisadores, um quinto dos resíduos é jogado de navios ou plataformas petrolíferas. O restante vem da terra. No mar, o lixo flutuante é agrupado por influência das correntes marítimas e fica vagando dos dois lados do arquipélago havaiano.
Habitat marinho - Segundo o oceanógrafo David Karl, da Universidade do Havaí, é necessário fazer mais estudos para se determinar com exatidão o tamanho e a origem da "sopa de plástico". O professor pretende coordenar uma expedição para estudar o problema ainda neste ano, pois acredita que o lixo flutuante já formou um novo habitat marinho.
De acordo com o Programa Ambiental das Nações Unidas, detritos de plástico constituem 90% de todo o lixo flutuante nos oceanos. O programas estimada que 46.000 peças de plástico flutuantes provocam a morte de mais de um milhão de aves e de outros 100.000 mamíferos marinhos por ano. Seringas, isqueiros e escovas já foram encontrados nos estômagos de animais marinhos mortos.

fonte:  http://planetasustentavel.abril.com.br/

 

A ilha de lixo- Revista Superinteressante – 11/2010

O mar está cada vez mais poluído. Mas um projeto quer transformar sujeira em moradia

Lorena Verli

 No meio do oceano Pacífico, fica o maior lixão do mundo - são 4 milhões de toneladas de garrafas e embalagens, que foram empurradas para lá pelas correntes marítimas e formam um amontoado de 700 mil km2 (duas vezes o estado de São Paulo). Um desastre - mas que pode virar uma coisa boa. Uma empresa da Holanda quer coletar todo esse plástico e reciclá-lo para fazer uma ilha artificial, de aproximadamente 10 mil km2 (equivalente a uma cidade como Manaus) e capacidade para 500 mil habitantes.

Ela teria casas, lojas, praias, áreas de lazer e plantações - tudo apoiado numa base de plástico flutuante. Seus criadores acreditam que a ilha possa se tornar autossuficiente, produzindo a própria comida e energia. "Queremos levar o mínimo de coisas para a ilha. A principio, tudo será feito com o lixo que encontrarmos na área", diz o arquiteto Ramon Knoester. A cidade flutuante seria cortada por canais, para que as correntes oceânicas pudessem passar livremente (sem ameaçar a estabilidade da ilha).

O projeto já recebeu o apoio do governo holandês, mas não tem data para começar - ninguém sabe quanto a obra custaria, nem se é viável. "A ilha não é economicamente rentável. Nós a vemos apenas como uma maneira de limpar a poluição causada pelo ser humano", diz Knoester. Enquanto isso não acontece, toda a matéria-prima que seria usada nesse em-preendimento continua boiando.

LIXÃO FLUTUANTE
Como é e onde fica a supermancha de lixo.
Onde:
Oceano Pacífico.
O que tem: 4 milhões de toneladas de plástico
Origem: 80% vêm dos continentes; 20% são jogados por navios.

 Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...